por JANAELEN FERREIRA CONSTANTINO - quinta-feira, 3 jan 2019, 15:41
Não é de hoje que o ensino da língua portuguesa vem sendo o motivo de muito questionamentos, existe uma certa preocupação a respeito da capacidade escolar no Brasil. Influência forte dessa discussão é a leitura e a escrita no ensino fundamental. Por causa do grande número de repetência a escola é apontada por ter dificuldades de ensinar a ler e a escrever.
Certamente o professor é responsável por seu rendimentos em sala de aula e deve ser bastante cuidadoso a respeito dos seus conteúdos, a forma em que ele se expressa e sua linguagem para que possa estabelecer um bom desenvolvimento. O método atual escolar tradicional, onde língua portuguesa se limita ao estudo da gramática, tem deixado a desejar quando observamos o uso da linguagem oral. Quando se ouve "o estudo a língua portuguesa" logo se tem a noção apenas do estudo da língua escrita.
Ensinar a falar de fato não é papel da escola, até porque este ensinamentos é dado através do convívio, antes mesmo de entrar na escola as crianças já aprendem a falar, porém, é obrigação da escola, orientá-los a respeito do uso adequado da língua, ensinado-os a se colocar perante determinadas situações e se expressar de forma eloquente para que eles sejam entendidos. Cada criança traz de sua comunidade sua forma de falar e cabe à escola incluí-los e aceitá-los.
Com o início da fala, ou seja, suas primeiras palavras as crianças estão expostas e em contato com as letras, principalmente através de inúmeras formas tecnológicas. Com isso elas passam a explorar e descobrir, demonstram curiosidade, dessa forma o educador observando o interesse da turma, pode aproveitar e inserir formas pedagógicas, jogos, livros, gibis e etc... Explorando formar novas de aprendizado.
A leitura por sua vez se torna menos complexa quando a fala e a escrita é bem trabalhada, são inúmeros os exercícios de leitura como por exemplo: ditado silábico, leitura em voz alta, sem falar de formas de jogos e etc...
Concluo que a língua portuguesa não se limita a gramática, os profissionais da educação devem observar fala, leitura e escrita para a melhor posição da educação e os alunos preparados em todos os sentidos.
3 de janeiro de 2019
2 de janeiro de 2019
O fracasso escolar é resultante de deficiências na formação dos professores?
por JANAELEN FERREIRA CONSTANTINO - quarta-feira, 2 jan 2019, 14:32
Não há apenas um culpado quando o trabalho deve ser feito em equipe!
Com o avanço do nosso curso, observamos com atenção os critérios exigidos para uma boa educação, sem duvidas é essencial profissionais bem preparados, capacitados para exercer com excelência suas funções e atender as necessidades em sala de aula. Mas como podemos encontrar ou apontar apenas um culpado para esse "trabalho" que deve ser executado coletivamente?
Nossas escolas não são bem equipadas, os professores não são valorizados, as crianças não se sentem apoiadas e nem motivadas pela família, o governo não investe o suficiente como também não exercem a inclusão de todos, a educação não chega a todos os lugares e etc... Compreendendo a complexidade do trabalho educacional sabemos que ele é dividido em etapas, as falhas na educação se abrange a vários aspectos.
A escola deve sempre buscar uma aproximação com as famílias dos alunos, assim como os pais precisam se adaptar a forma de ensino da escola, e compreender a importância do convívio escolar para os alunos, investindo em recursos para se crescimento educacional, como livros, jogos pedagógicos e limitando o tempo em aparelhos electrónicos, redes sociais ou navegação na intermite, é preciso que haja disciplina, e esse tipo de acompanhamento não cabe ao professor.
A criança tem a necessidade de acompanhamento familiar, em toda sua trajetória escolar, mas não é isso que acontece, grande parte delas pertencem a famílias carentes, de classe baixa, a maioria de pais ausentes ou divorciados, em que priorizam seu trabalho consequentemente deixando de lado a educação dos filhos. prejudicando não apenas o rendimento escolar como também o emocional, desenvolvendo nas crianças traumas e bloqueios.
Não vejo o porquê dessa necessidade de se procurar culpados, devemos encontrar saídas, alternativas, projetos para mudar nossa realidade educacional. Pedagogo, responsáveis pelos alunos e gestão escolar, devem trabalhar em conjunto e ser um só, trabalhando com o mesmo objetivos e não desistindo de melhorias para a educação. Por fim, encontrar culpados não será solução para o fracasso da educação, porém todos devemos exercer nossos papeis e cumprir nossos deveres, para um trabalho coletivo, não existe apenas um culpado.
E você? Qual a sua opinião?
Não há apenas um culpado quando o trabalho deve ser feito em equipe!
Com o avanço do nosso curso, observamos com atenção os critérios exigidos para uma boa educação, sem duvidas é essencial profissionais bem preparados, capacitados para exercer com excelência suas funções e atender as necessidades em sala de aula. Mas como podemos encontrar ou apontar apenas um culpado para esse "trabalho" que deve ser executado coletivamente?
Nossas escolas não são bem equipadas, os professores não são valorizados, as crianças não se sentem apoiadas e nem motivadas pela família, o governo não investe o suficiente como também não exercem a inclusão de todos, a educação não chega a todos os lugares e etc... Compreendendo a complexidade do trabalho educacional sabemos que ele é dividido em etapas, as falhas na educação se abrange a vários aspectos.
A escola deve sempre buscar uma aproximação com as famílias dos alunos, assim como os pais precisam se adaptar a forma de ensino da escola, e compreender a importância do convívio escolar para os alunos, investindo em recursos para se crescimento educacional, como livros, jogos pedagógicos e limitando o tempo em aparelhos electrónicos, redes sociais ou navegação na intermite, é preciso que haja disciplina, e esse tipo de acompanhamento não cabe ao professor.
A criança tem a necessidade de acompanhamento familiar, em toda sua trajetória escolar, mas não é isso que acontece, grande parte delas pertencem a famílias carentes, de classe baixa, a maioria de pais ausentes ou divorciados, em que priorizam seu trabalho consequentemente deixando de lado a educação dos filhos. prejudicando não apenas o rendimento escolar como também o emocional, desenvolvendo nas crianças traumas e bloqueios.
Não vejo o porquê dessa necessidade de se procurar culpados, devemos encontrar saídas, alternativas, projetos para mudar nossa realidade educacional. Pedagogo, responsáveis pelos alunos e gestão escolar, devem trabalhar em conjunto e ser um só, trabalhando com o mesmo objetivos e não desistindo de melhorias para a educação. Por fim, encontrar culpados não será solução para o fracasso da educação, porém todos devemos exercer nossos papeis e cumprir nossos deveres, para um trabalho coletivo, não existe apenas um culpado.
E você? Qual a sua opinião?
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