por JANAELEN FERREIRA CONSTANTINO - quarta, 3 jul 2019, 20:13
Atualmente presenciamos que a interação aluno e professor torna-se cada vez mais
dinâmica e amigável, quebrando o tabu de “mestre detentor da sabedoria” e aproximando-os,
assim os alunos veem seus professores como estimuladores e orientadores, facilitando a
construção de valores pessoais na prática. A imagem apresentada revela duas formar
organizacional de sala de aula, conforme a didática aplicada pelo professor, ele poderá estar
dividindo sua sala ou incentivando uma união, não apenas entre os alunos.
A didática do educador, revela muito sobre ele e sobre os seus objetivos, a imagem mostra
explicitamente duas formas distintas de trabalho, a CLASSE A apresenta a sala de aula
“tradicional” herdada culturalmente do nosso passado militar, que normalmente encontramos, foi a
que eu e você estudamos, aderimos esse método sem nem percebemos, esse tipo de didática
revela a sala de aula no século XIX, disciplina, controle e organização.
Já na CLASSE B vemos outro tipo de didática, inclusive é a que eu adoto em minha sala,
no decorrer do ano letivo o professor deve saber sobre e se envolver com seus alunos, a educação
é uma coisa muito intima, dependendo do gral de dificuldade do alunos se torna pessoal/particular,
não é de qualquer forma que se educa uma criança, não há melhor forma de conhece-los se não
ouvindo-os.
Esse método, sem duvidas é melhor, pois ele estimula a aproximação, ele inclui, as crianças
que se isolavam no fundo da classe agora se sentem parte dela, encoraja-os, eles falam e trocam
experiências e o principal, eles se ajudam, o aluno que era “invisível” hoje tem amigos e o
professor interage com a turma inteira de uma vez só, eles se sentem acolhidos.
“É uma mudança de cultura”, afirma Célia Senna,
formadora de professores da consultoria INovAÇÃO.”